Há críticas, há debates, há exteriorização. O conhecimento é vasto e a limitação é maior ainda. Eu não quero o pódio e os aplausos se não posso vencer a mim mesmo.
A boca que beija meu rosto é a mesma que sorve veneno pelos cantos. Enquanto eu tento me encontrar há pessoas que se “acham” e eu admiro a intelectualidade alheia, não consigo chegar tão longe, pois, há momentos em que me compraz degolar pescoços enquanto corpos contorcem pelo chão.
“O preço da liberdade é a eterna vigilância”, por isso o meu caminhar é tão solitário, um continente de burrice cercado por arquipélagos de inteligência.
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