"Corra lá vem à tristeza atirando pra todos os lados"
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O meu quarto tem sido o reflexo do que se passa aqui dentro do meu peito. Tudo está fora do lugar, embaralhado, um emaranhado que não faz sentido colocar em ordem. Pois, inevitavelmente o caos se forma. Nestas horas o silêncio a minha volta não é capaz de calar a voz dos velhos fantasmas.
Eu escrevo do chão, pois, é o apoio mais próximo para minhas mãos, e daqui não pretendo sair tão cedo. Eu sei que as pancadas que aqui me trouxeram retornarão, e sinceramente estou cansado. Cada murro é uma queda. Não que eu esteja fraco, acontece que os golpes vão ficando cada vez mais fortes.
Esta noite abriu meus olhos. E o mesmo filme passou na minha mente repetidamente, como ainda passa agora e possivelmente sempre passará. Um perdedor. É tudo que eu sou. Um perdedor. É tudo que as vozes me dizem.
Há sangue na minha roupa, há hematomas pelo meu corpo, pois, ainda estou aqui. Ainda estou aqui.
Eu tenho perdido a minha fé a cada dia, e isto tem sido inevitável. Eu me pergunto o que sobrará depois disto. Não há ninguém. O caminho de volta continua tão silencioso, tão solitário, tão eu.
Releio tudo que aqui já foi escrito e percebo que o motivo de criar o blog, a motivação para escrever o primeiro post, é a mesma para estas linhas. Inclusive é a motivação para tudo que há por aqui. A história é sempre a mesma, sempre a mesma.
Quando as coisas deixarem de ser assim o blog perderá sua finalidade. Neste dia com certeza este corpo não mais me pertencerá.
Eu escrevo do chão, pois, é o apoio mais próximo para minhas mãos, e daqui não pretendo sair tão cedo. Eu sei que as pancadas que aqui me trouxeram retornarão, e sinceramente estou cansado. Cada murro é uma queda. Não que eu esteja fraco, acontece que os golpes vão ficando cada vez mais fortes.
Esta noite abriu meus olhos. E o mesmo filme passou na minha mente repetidamente, como ainda passa agora e possivelmente sempre passará. Um perdedor. É tudo que eu sou. Um perdedor. É tudo que as vozes me dizem.
Há sangue na minha roupa, há hematomas pelo meu corpo, pois, ainda estou aqui. Ainda estou aqui.
Eu tenho perdido a minha fé a cada dia, e isto tem sido inevitável. Eu me pergunto o que sobrará depois disto. Não há ninguém. O caminho de volta continua tão silencioso, tão solitário, tão eu.
Releio tudo que aqui já foi escrito e percebo que o motivo de criar o blog, a motivação para escrever o primeiro post, é a mesma para estas linhas. Inclusive é a motivação para tudo que há por aqui. A história é sempre a mesma, sempre a mesma.
Quando as coisas deixarem de ser assim o blog perderá sua finalidade. Neste dia com certeza este corpo não mais me pertencerá.
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